Crítica: Bloodshot

Quinta-feira, 12 de março de 2020                                                                                                                    Texto: Patrícia Piquiá

 

O novo filme de ação estrelado por Vin Diesel é uma adaptação de quadrinhos da Valiant Comics de 1992.

 

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Nele temos a história de Ray Garrison (Vin Diesel), um soldado que é assassinado ao lado da esposa por conta de uma missão e que é ressuscitado e aprimorado com a nanotecnologia por uma corporação para se tornar o super-humano “Bloodshot”. Com um exército nano-tecnológico correndo em suas veias, ele é uma arma perfeita – com força incomparável e poder de cura instantâneo. Mas, ao controlar seu corpo, a corporação também toma controle de sua mente e memórias. Ray não sabe diferenciar o que é real do que não é, mas está em uma missão para descobrir a verdade. Ao apagarem sua memória várias vezes, ele finalmente descobre quem é e parte em um busca de vingança daqueles que o usaram e enganaram.

 

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Eu achei infelizmente o filme fraco, não traz nada de muito novo nesse universo, já vimos muito essa premissa que um soldado excelente morto que é ressuscitado pelo governo. O longa até tentar brincar com os clichês e tem uma pequena reviravolta, mas nada muito emocionante. O carisma de Vin Diesel não é suficiente para superar um roteiro fraco com atuações meio caricatas, especialmente a de Sam Heughan como um dos adversários da personagem de Vin. Sam está muito forçado como um violãozinho, não gostei.

 

O filme estreia dia 12 de março no Brasil.

 

Nota: 2,0 / 5,0