Crítica: O Homem Invisível

Quarta-feria, 26 de fevereiro de 2020                                                                                                                    Texto: Patrícia Piquiá

 

O thriller psicológico estrelado por Elisabeth Moss e baseado no clássico livro homônimo de H.G. Wells e no filme lançado em 1933, conta a historia de Cecília (Elisabeth Moss) que foge no início do longa de seu parceiro o milionário Adrian (Oliver Jackson-Cohen) – com quem vivia um relacionamento abusivo.

 

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Escondida, Cecília fica sabendo que Adrian morre de uma forma misteriosa, mas que ele a deixou uma herança milionária, mas com algumas estranhas condições. Cecília tenta retornar a uma vida normal, mas sente que está sendo perseguida por Adrian que ninguém – exceto ela – consegue sentir. E essa energia invisível fará de tudo para tornar a vida de Cecília um inferno e ela terá que lutar para provar que não está louca, mas sim perseguida por um Homem Invisível, seu abusivo ex-companheiro.

 

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Eu gostei do filme e recomendo. Apesar do tema batido de um Homem Invisível que foi tantas vezes usado no entretenimento, após o clássico de H.G. Wells, o novo filme acerta ao usar a questão de relação abusiva, tão pertinente na sociedade machista que temos, como motivo para que um homem se torne invisível para atormentar a vida de sua mulher, o que realmente acontece na vida real de muitas mulheres por ai. Os efeitos também são muito bons para mim, convencem ao tentar mostrar que existe uma força “invisível” à espreita de Cecília.

 

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Cuidado com spoilers para curtir todos os sustos que o triller pode te dar. Eu levei alguns e por isso achei um bom filme.

 

 

O filme estreia dia 27de fevereiro no Brasil.

 

Nota: 3,5 / 5,0