Crítica: Os Irmãos Willoughby

Sexta-feira, 24 de abril de 2020                                                                                                                    Texto: Patrícia Piquiá

 

A nova animação da Netflix é baseada no livro em inglês “Willoughbys” da americana Lois Lowry também autora do livro "O Doador de Memórias" que também já foi adaptado para o cinema.

 

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O filme conta a história de quatro irmãos com pais egoístas. As crianças são totalmente negligenciadas e depois de muito sofrerem criam um plano para se livrar deles de uma vez por todas e formar a família que desejam. Nessa aventura conhecem um bebê fofo, uma babá divertidíssima e um engraçado dono de uma fábrica de doces.

 

O filme fala muito de se encontrar, de se aceitar nas diferenças e de que família é de coração, quem nós escolhemos e amamos, mais do que apenas laços sanguíneos. E o estilo do desenho com os cabelos dos personagens de tricô, muito legal. A música tema “I choose” também é super linda canta em inglês pela canadense Alessia Cara e em português por Victoria Brow.

 

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Eu vi e recomendo muito o filme. A história é o misto de “Desventuras em Série” na questão dos irmãos geniais e uma casa grande abandonada, a babá é um pouco de “Mary Poppins” e “Nanny McPhee”, temos uma fábrica de doces ao estilo “A Fantástica Fábrica de Chocolates” e um gatinho que parece o “Gato no Chapéu”.

 

Em inglês temos muitos atores legais dublando: Will Forte e Maya Rudolph de “Saturday Night Live”, Ricky Gervais, polêmico comediante inglês criador de “The Office” e Terry Crews, nosso eterno Julius de “Eu odeio o Chris”

 

O filme estreou dia 22 de abril na Netflix.

 

Nota: 3,5 / 5,0