Crítica: Por Lugares Incríveis

Quinta-feria, 16 de março de 2020                                                                                                                    Texto: Patrícia Piquiá

 

O drama adolescente estrelado Elle Fanning e Justice Smith é adaptação do best seller de mesmo nome da autora americana Jennifer Niven de 2015.

 

Crítica | Por Lugares Incríveis é uma reflexão sobre as relações ...

 

 

O filme conta a história de Violet Markey (Elle Fanning) e Theodore Finch (Justice Smith). Os dois se conhecem por acaso quando Violet está passando por um momento muito difícil, Finch a encontra no parapeito de uma ponte, parecendo que ela ia se jogar de lá. Finch a salva e depois descobre que a irmã de Violet morreu de acidente naquela ponte.

 

Eles frequentam a mesma turma da escola e quando um de seus  professores sugere um trabalho em dupla para visitar a maravilhas de Indiana, estado americano onde eles vivem, Finch decide convidar Violet para ser sua parceira. Ela reluta, mas  é incentivada pelos pais a tentar. E nessa tentativa Violet e Finch criam um forte laço e embarcam em uma jornada transformadora ao explorarem lugares desconhecidos. Juntos, eles se apoiam para curar os estigmas emocionais e físicos que adquiriram no passado.

 

O filme parece ser apenas mais uma simples comédia romântica adolescente, mas não é, ele tem uma bonita mensagem sobre superação e resiliência. Eu recomendo para quem está bem psicologicamente e espiritualmente, pois nos ajuda a ver e ser cada vez mais empáticos aos sinais que pessoas próximas a nós nos dão de tentativa de suicidio. Mas pra pessoas depressivas ou com distúrbios de ansiedade, o filme pode ter alguns gatilhos, fora esses casos recomendo, só  preparem o lencinho, porque pode ser quase “A Culpa é das Estrelas” misturado com “Como eu era antes de você“.

 

 

O filme estreou dia 28 de fevereiro na Netflix Brasil.

 

Nota: 3,5 / 5,0