Crítica: Projeto Gemini

Quinta-feria, 10 de outubro de 2019                                                                                                                Texto: Patrícia Piquiá

 

O filme de ação com um pouco de ficção científica é estrelado por Will Smith e dirigido pelo ganhador do Oscar Ang Lee. No elenco também estão Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen e Benedict Wong.

 

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O filme a história de Henry Brogan (Will Smith), um assassino de elite e considerado o melhor de todos, que está velho e deseja aposentadoria. Mas a organização da qual ele fazia parte não aceita e resolve ir atrás dele. Vários tentam sem sucesso detê-lo, na tentativa de finalmente conseguir atingir seu alvo a organização escala um jovem agente do Projeto Gemini para deter Henry, Junior um jovem que aparentemente pode prever cada movimento do velho agente. Henry descobre que o novo agente é seu clone e deve lutar para sobreviver.

 

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O filme é muito fraco em termos de história, já o efeito de Computação Gráfica usado para clonar Will Smith é muito interessante, mas também precisa de ajustes, em alguns momentos dá para notar que o jovem não é real, parece um vídeo game dentro do filme. Se ajustado, o efeito gráfico poderá trazer muito mais dinamismo cenas de gêmeos, clonagem, a flashbacks ou flashforwards em que a maquiagem e os efeitos atuais se demonstravam muito artificiais e caricatos.

 

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Mas a trama não convence, não traz nada de novo nesse tipo de história e o desfecho é o mais sem emoção possível, o filme até tem algumas cenas interessantes de ação, mas uma história rasa e previsível mata toda a emoção que os bons efeitos e as cenas de ação trazem. Não recomendo, uma pena, Will Smith é um ótimo ator, mas seu carisma não foi suficiente para segurar o roteiro fraco.  

 

O filme estreia quinta-feira dia 10 de outubro no Brasil.

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