Crítica: Sapatinho Vermelho e os Sete Anões

Terça-feira, 22 de dezembro de 2020                                                                                                                    Texto: Patrícia Piquiá

 

A animação Sul-coreana é uma releitura do famoso conto de fadas “Branca de Neve e os Sete Anões” dos Irmãos Grimm.

 

Nessa versão, uma maldição transforma 7 príncipes orgulhosos do reino das fadas em anões até encontrarem uma linda princesa que restauraria suas aparências com um beijo. Ao mesmo tempo, Branca de Neve, uma princesa com excesso de peso, encontra um par de sapatos mágicos que a transformam em uma mulher magra e bonita. Branca de Neve foge de sua madrasta e bruxa Regina, que quer recuperar os sapatos para que ela retornasse a ser jovem novamente e, eventualmente, Branca conhece os anões e resolve não revelar seu nome verdadeiro, nem a magia do sapato e assume o pseudônimo de "Sapatos Vermelhos".  Os anões decidem protegê-la, dos servos da madrasta e ajudá-la a encontrar seu pai, esperando que isso os faça conquistar seu coração e um beijo para acabar com a maldição. A princesa se aproxima especialmente do líder do grupo, Merlin, mas não pode quebrar sua maldição.

 

A animação tem até uma bonita mensagem sobre o verdadeiro significado da beleza e autoestima, do empoderamento da princesa, que não espera passivamente o príncipe, mas luta por sua justiça, mas o roteiro peca no dublado com um humor antiquado e piadas meio fora de contexto e desconexas. É bem regular, mas pela mensagem diverte um pouco.

 

O animação estreia dia 24 de dezembro de 2020 nos cinemas brasileiros.

 

 Nota: 3,0 / 5,0